Apesar de não ser tão atual, o empreendedorismo social acompanhado do avanço da pandemia do coronavírus fez com que a lógica de trabalho tomasse um novo rumo com a reorganização de seu funcionamento. Foi assim que o modelo de trabalho se tornou Home Office e o setor de comércio voltou-se à internet, visando a construção de um novo significado às estratégias de vendas e consumo em uma sociedade cada vez mais atenta.   

É a partir desse cenário que o empreendedorismo ganhou força e destaque, além de uma característica cada vez mais social. 

Quer saber mais sobre o empreendedorismo social? Leia aqui em nosso blog! 

Boa leitura! 

O que é Empreendedorismo social?

O empreendedorismo social é a maneira em que o empreendedorismo se utiliza de ferramentas tecnológicas e inovadoras para contribuir diretamente na sociedade. Portanto, empreender socialmente é construir melhores condições, a partir de ferramentas para que o acesso à educação e saúde seja cada vez maior, por exemplo. 

Para além da visualização de lucro, o empreendedorismo social busca atuar em regiões onde as desigualdades sejam afloradas, na busca de uma atuação direta para a transformação da realidade de quem vive e frequenta aquela área, por meio do uso de práticas éticas como o consumo consciente, investimentos de impacto e até mesmo programas para responsabilidade social corporativa. 

Qual a motivação dos Empreendedores sociais?

Embora a lógica de empreendedorismo seja voltada ao lucro, muitas pessoas que decidem empreender buscam maneiras sociais para que seus objetivos sejam atingidos. Segundo o economista Adam Smith:

“Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperemos nosso jantar, mas sim de sua consideração por seus próprios interesses”

Portanto, como no exemplo citado acima, a motivação de pessoas empreendedoras sociais não está ligada somente ao lucro, mas também a maneiras e formas de reduzir o impacto e danos à comunidade.

Quais são as características do Empreendedorismo social?

Embora a possibilidade de lucro não esteja incluída na categoria de empreendedorismo social, a estratégia se diferencia de pessoas empreendedoras “tradicionais” a partir do momento em que a principal atuação vise o impacto na comunidade

A seguir, listamos algumas das características do empreendedorismo social.

  • Promoção do bem estar social
  • Consciência e foco na missão social
  • Responsabilidade social
  • Atendimento de expectativas do mercado com a percepção social
  • Redução das desigualdades sociais 
  • Capacidade de inspirar mudanças 
  • Mantimento do valor social 

Qual a relação do Empreendedorismo social com o lucro?

No modelo de Empreendedorismo social, a relação com o lucro é dada a partir de uma consequência. Ou seja, a pessoa empreendedora necessita estar à frente de um processo de maximização da transformação positiva da comunidade e sociedade, tendo em vista que o objetivo não é somente acumular poder aquisitivo, mas sim utilizar da ferramenta para a construção de um empreendimento social cada vez mais conectado e transformador. 

Independentemente do modelo de empreendedorismo social — com ou sem fins lucrativos — é necessário que a pessoa que esteja à frente do empreendimento tenha em mente que o propósito social não é apenas uma das etapas do processo, mas sim a parte e chave principal dele

Quais os valores do Empreendedorismo social?

Criado com intuito de identificar soluções para problemas sociais, o Empreendedorismo social busca a combinação de oportunidades, inovação e tecnologia. Portanto, o primeiro passo é construído a partir da identificação de problemas e sua resolução em conjunto com a comunidade.  

O ideal de colaboração e elaboração de resultados entre as pessoas envolvidas geram — na maioria das vezes — o aprimoramento das experiências e narrativas de uma comunidade, de forma constante. 

A pessoa empreendedora social deve permanecer na busca por interação e resolução de problemáticas a partir da visão de comunidade. Ou seja, por meio de pesquisas constantes, compreensão do solo, desenvolvimento qualitativo de interação e entendimento acerca da sustentabilidade.   

Entenda a importância do Empreendedorismo social!

As pessoas empreendedoras sociais têm produzido um impacto e efeito positivo na vida de diversas pessoas em âmbito mundial. A construção de projetos nas quais desenvolvem tem levado alimentação, recursos e melhor qualidade de vida a comunidades que vivem sob alguma problemática relacionada à escassez de água, pobreza, entre outros. 

O empreendedorismo social tem como foco de atuação a missão de impacto social focada em atingir metas, visando a melhora na qualidade de vida e no meio ambiente a partir da construção de objetivos pensados no modelo sustentável, que terá como impacto e frutos a qualidade de vida a longo prazo. 

A seguir, listamos alguns dos impactos e importância do empreendedorismo social!

1 – Ideias inovadoras que transformam o mundo

A principal inspiração por trás da categoria de empreendedorismo social é a criação de ideia de negócio que não vise somente a geração de lucro, mas sim a de fazer parte de um processo de transformação e mudança positiva no mundo. Portanto, ao contrário do que é criar técnicas de produção que prejudiquem o meio ambiente, as pessoas empreendedoras sociais surgem com ideias e tecnologias para que o meio ambiente não seja afetado. 

2 – Ajuda na criação de empregos

É nítido que o desemprego afeta tanto os países mais desenvolvidos quanto os que ainda estão em desenvolvimento. As empresas criadas por meio do empreendedorismo social mapeiam as regiões mais vulneráveis, compreendendo necessidades e como consequência, gerando renda.  

3 – Conexão com clientes além do propósitos de econômicos 

Quando uma pessoa empreendedora social decide por adotar métodos sociais para sua empresa, o objetivo não é apenas a geração de lucro, mas sim a retribuição dessa matéria à sociedade. O modelo pensado na comunidade sondada e assistida gera grandes conexões, podendo inclusive gerar um apoio e interação maior com pessoas clientes, gerando por consequência, o lucro. 

4 tipos de Empreendedores Sociais!

Assim como em outros modelos e técnicas aplicadas quando se trata do termo “empreendedorismo”, empreender socialmente também tem suas diferentes maneiras de atuação. 

A seguir, falaremos sobre 4 delas! 

1 – Empreendedorismo Social Sem Fins Lucrativos

As pessoas que optam por pertencer ao empreendedorismo social estão focadas no ganho social ao invés do material. Isso significa a priorização do bem-estar da comunidade sobre as necessidades comerciais mais tradicionais, reinvestindo o lucro adquirido na expansão dos serviços fornecidos.

O empreendedorismo social sem fim lucrativo é pertencente a organizações e empresas que escolhem por usar seu poder aquisitivo para o bem estar social. Ou seja, as pessoas empreendedoras sociais têm maiores chances de cumprir seus objetivos devido ao financiamento disponível. Entretanto, também dependem da geração de sucesso e influência para a possibilidade de proporcionar o bem estar social. 

O caminho do Empreendedorismo social sem fins lucrativos é seguido por pessoas que têm maiores experiências em negócios com oportunidades de utilização de habilidades para criação de mudanças. Por mais que os resultados possam demorar um pouco mais para aparecer, eles podem ter um efeito muito maior do que o habitual. Fazer parte de um programa local onde o empreendedorismo social proporcione experiências e treinamento é uma ótima maneira para começar. 

2 – Empreendedorismo Social Comunitário 

Nesta forma de empreender socialmente, a pessoa empresária busca atender as demandas e necessidades sociais de uma região e comunidade pertencente a uma pequena área geográfica. A iniciativa de empreender pode partir para diversos campos, desde a criação de oportunidades de emprego para pessoas marginalizadas até a construção de centros comunitários geradores de renda, alimentação, entre outros.

As pessoas pertencentes ao empreendedorismo social comunitário atuam e trabalham diretamente com as pessoas membros da comunidade. Portanto, isso significa que podem existir maiores interesses e processos de decisão mais lento, embora venha com soluções de longo prazo. Tanto as pessoas moradoras da comunidade quanto as organizações da região trabalharam no projeto de forma sustentável, mesmo sem a existência e envolvimento direto da pessoa empreendedora. 

É nesse modelo de empreendedorismo que a maioria das pessoas começam, pela nitidez e capacidade de mudanças em sua comunidade são capazes de gerar, visíveis ou mais profundas como as transformações a longo prazo. Ser uma pessoa empreendedora social comunitária é ser capaz de encontrar problemas isolados e envolver dedicação para que seja resolvido.

3 – Empreendedorismo Social Global

A modalidade de Empreendedorismo Social Global visa a mudança completa de sistemas sociais para atendimento de necessidades sociais no mundo todo. Em muitos casos, é o momento em que as grandes empresas percebem sua responsabilidade social e passam a adotar métodos que possibilitam a mudança positiva em vez de aplicações somente voltadas ao lucro.

As necessidades globais são inúmeras, como por exemplo o acesso gratuito a água com qualidade, a educação e a alimentação. Geralmente, esses são os objetivos que abrangem continentes e que possibilitam a conexão de organizações e interesses. 

As organizações estão ligadas a causas específicas e trabalham em conjunto a outras pessoas empreendedoras, portanto, é mais provável o alcance de objetivos ao conectar com outras pessoas, construindo uma comunidade global que visa a resolução de causas sociais.

4 – Empreendedorismo Social Transformacional

As pessoas Empreendedoras Sociais Transformacionais visam a criação de um modelo de negócio que permita atender necessidades sociais que governos e outras empresas não atendem. O método transformacional é a forma na qual organizações sem fins lucrativos evoluem com tempo e crescimento necessários. Portanto, elas se tornam organizações maiores com regulamentos e métodos podendo até trabalham com órgãos do governo. 

Pessoas empreendedoras sociais transformacionais têm maiores facilidades ao obter talentos para que seja possível a realização de metas. Entretanto, essas pessoas também trabalham com determinadas limitações como consequência de regras e regulamentos que as maiores organizações decidem criar. 

As organizações costumam trabalhar com a promoção de talentos já internos. Caso você decida se candidatar ao trabalho ou ao voluntarismo e demonstrar habilidades de pessoas voltadas ao empreendedorismo social, as pessoas coordenadoras provavelmente auxiliarão na inscrição de programas de mentoria que visam a facilitação de crescimento. 

Exemplos de Empreendedorismo social na prática!

A possibilidade de utilização e introdução de água doce e potável por meio da construção de poços é um dos exemplos de empreendedorismo social na prática. Uma pessoa Empreendedora Social tem como objetivo o fornecimento de acesso a comunidades que carecem de serviços e auxílios públicos.

Na era moderna, o modelo de empreendedorismo social é combinado com ativos de tecnologia. Levar a conexão em alta velocidade, possibilitando internet para comunidades remotas é outro exemplo de empreender socialmente.

Exemplos de Empreendedorismo social no Brasil

Instituto Chapada 

A iniciativa que deu nome ao projeto intitulado como Instituto Chapada tem como líder a pedagoga Cybele Oliveira. Sendo um organização focada em auxiliar a melhora na qualidade da educação pública, o instituto trabalha no apoio e oferecimento de formação continuada de gestores escolares e professores, além do auxílio na criação de redes comunitárias voltadas ao fortalecimento do ensino formal nas áreas de políticas públicas e educação.

Adaptsurf

Utilizando o esporte como principal instrumento, o projeto Adaptsurf tem como principal objetivo a promoção de integração social e inclusão de pessoas portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida. O esporte no qual o projeto auxilia no trabalho de acessibilidade é o Surf. A partir dele, o instituto difunde a ideia de esportes adaptados por meio de parcerias com instituições e entidades que têm relações com o esporte. A iniciativa abrange escolas de surfe e outros inúmeros projetos. 

Geo Energética

A empresa Geo Energética é brasileira e em seu projeto buscou desenvolver uma fonte de energia pensada exclusivamente na inovação e na sustentabilidade. Sendo um gás obtido a partir de processos biotecnológicos e aproveitamento de resíduos produzidos por meio do desenvolvimento de açúcar e álcool, o projeto e sua produção podem ser exemplo para uma possível fonte de energia renovável, possibilitando uma alternativa para o óleo diesel bastante usado em ônibus e caminhões. 

Terra Nova

Pensando na resolução de um problema bastante comum no Brasil, a empresa Terra Nova busca atuar nas regiões onde ocupações irregulares são pertinentes. Trabalhando na mediação de conflitos causados pelo crescimento considerável da população, que tem como consequência a carência e desigualdades, a instituição tem como principal atuação e foco a regularização fundiária produzida de maneira sustentável. 

Portanto, na prática, a Terra Nova atua diretamente em conjunto com famílias e comunidades carentes, auxiliando no processo para produção de títulos proprietários, gerando como consequência a diminuição das desigualdades e maior visibilidade para regiões que antes não eram assistidas pelo governo.

Exemplos internacionais de Empreendedorismo social

Indego África 

Sendo uma empresa social pertencente à categoria de sem fins lucrativos, a Indego África atua no apoio de mulheres que vivem em Ruanda. A instituição fornece capacitações voltadas à educação e economia, o que possibilita que esse empreendimento quebre o ciclo da pobreza. Pensando nisso, a Indego África fornece às mulheres assistidas todas as ferramentas que são necessárias para que se tornem empresárias, a fim de impulsionar o desenvolvimento local.

Solar Sister

Construído a partir da lógica de que todas as pessoas devem ter acesso livre a energia limpa, a equipe fundadora da Solar Sister tem como principal crença a atuação das mulheres como parte fundamental para a resolução de desafios como o da energia limpa e sustentável. Na África Subsaariana, cerca de 600 milhões de pessoas não têm acesso a energia e eletricidade, além de mais de 700 milhões de pessoas dependerem de combustíveis extremamente prejudiciais. 

Para mudar a lógica da falta de acesso à energia limpa, a Solar Sister construiu uma instituição que fortalece diretamente mulheres para a produção de empreendimentos que possibilitam a utilização de energias sustentáveis. Além disso, após o período de construção do novo modelo de energia limpa, a existência de uma possível chegada da energia a regiões que até então não eram beneficiadas por fim pode ser algo concreto e real.  

Mercado Global

O Mercado Global é uma instituição no formato de empresa social que fornece a conexão de pessoas artesãs indígenas, localizados nas comunidades rurais espalhadas pela América Latina. Como resultado da construção do projeto, O Mercado Global ajuda no fornecimento de oportunidades sustentáveis para geração de renda, oportunidades de treinamento empresarial, educação comunitária, entre outros. Além disso, a empresa trabalha no aumento do acesso a microcréditos voltados à tecnologia — como máquinas de costura, ferramentas elétricas e tecedoras — para que seja possível maior qualidade e desempenho no desenvolvimento das atividades. 

The Adventure Project

O Projeto Aventura busca atuar em países pertencentes à categoria de desenvolvimento, criando parcerias com grandes organizações, levando por consequência emprego e renda à comunidade. A escolha é feita por meio de empresas que têm como base o impacto social e um histórico comprovado de sucesso e prontidão para escalar. Desde o início do projeto, a empresa capacitou cerca de 789 pessoas, auxiliando o encontro de empregos. Além de criar a possibilidade de giro da economia local, tornando a próspera e com melhora condições ambientais. 

Quais as diferenças entre empreendedorismo comum, assistência, ativismo sociais e empreendedorismo social?

Apesar da construção e objetivo iniciais, existem inúmeras diferenças acerca das categorias de empreendedorismo comum, assistência, ativismo social e empreendedorismo social. Portanto, para que seja possível uma melhor compreensão e até mesmo a tomada de decisão de qual modelo aderir a criação de sua empresa ou negócio, nós listamos a seguir a diferente entre os termos. Confira! 

Empreendedorismo Comum

A categoria de empreendedorismo comum é voltada para as pessoas que pretendem criar um negócio a partir da ideia de empreendimento visando a criação de recompensas

A pessoa empreendedora é vista como inovadora e fonte de ideias para serviços e negócios, desempenhando um papel fundamental para economia a partir de habilidades e iniciativas extremamente necessárias para a antecipação de novas ideias para o mercado. 

Além disso, é comum que exista a ideia de pessoa bem-sucedida, por exemplo, pela criação de uma startup de sucesso, que tem como recompensa o lucro, a fama e a oportunidade de contínuo crescimento. 

Assistência

Neste caso, a assistência pode ser uma ajuda, auxílio ou colaboração prestada a quem está com algum problema ou necessita de apoio. Portanto, se uma comunidade necessita de comunidade, ONGs assistenciais devem assisti-las e organizar movimentações efetivas e imediatas para que o problema seja resolvido. 

Ativismo Social

O Ativismo Social é uma categoria distante do modelo de empreendedorismo. Neste contexto, pessoas se organizam para apresentar modelos e contrapontos perante injustiças e desigualdades. Uma pessoa ativista social pode ter um trabalho durante parte do dia, e na outra organizar debates relacionados à construção de novos modelos de sociedade. O ativismo social pode ser voltado a causas por direito à moradia, pautas raciais, feministas, LGBTQIA +, entre outros. 

Empreendedorismo Social

Falado em tópicos anteriores, a categoria de empreendedorismo social é voltada à construção de empresas que visam impactar positivamente e diretamente comunidades e áreas onde existem algum tipo de desigualdade. Neste modelo, pessoas empreendedoras não devem visar somente o lucro gerado a partir da empresa, mas saber utilizá-lo na aplicação para expansão de recursos para áreas e regiões assistidas. 

Quais os benefícios do Empreendedorismo social?

A dedicação e trabalho em algo que beneficie diretamente a sociedade não traz somente a satisfação pessoal, mas também a capacidade de gerar um maior apoio e envolvimento de partes interessadas. Uma pessoa empreendedora social visa fabricar e gerenciar um produto que oferece uma melhora e impacto positivo na sociedade.

Um dos benefícios mais relatados no âmbito de pessoas empreendedoras sociais é a satisfação pessoal. Entretanto, outro fator muito importante e vantajoso são as inúmeras opções de capital, ou seja, além de pessoas que investem regularmente, as pessoas empreendedoras sociais podem qualificar suas empresas para recebimento de doações e auxílios de governos e instituições privadas.  

Por fim, mas não menos importante, a categoria de empreendedorismo social já começa a ser a forma de emprego preferida entre as pessoas mais jovens. Pesquisas relacionadas a empresas de recursos humanos apontam que pessoas tendem a preferir empregos onde exista a possibilidade de satisfação pessoal por meio de ajuda e auxílio a outras pessoas.

Quais as desvantagens do Empreendedorismo social?

Assim como em outras áreas de atuação, o empreendedorismo social tem algumas desvantagens quando se trata da busca de um empreendimento sem a famosa “dor de cabeça” e facilidade sem burocracias. 

A seguir, listamos 3 desvantagens de ser uma pessoa empreendedora social. Confira!

1 – Burocracia

O processo de abertura de uma empresa no Brasil pode ser uma tarefa difícil e que exige paciência. As burocracias exigidas como regulamentações, autorizações, divisão de setores e organização podem levar até 9 meses. O que é necessário antecedência no planejamento e execução do plano de negócio. 

2 – Responsabilidade total da empresa

Neste caso, a abertura de um negócio próprio exige muita organização e responsabilidade. Aliás, a empresa é toda sua e reclamações sobre o desenvolvimento da empresa são da responsabilidade da pessoa fundadora.

3 – Possibilidade de desamparo em alguns direito sociais 

A pessoa empreendedora não tem o mesmo direito que uma pessoa como o modelo de CLT, por exemplo. Direitos como férias, décimo terceiro, aposentadoria e FGTS dependem e varia de acordo a sua organização e modelo de empreendimento. É necessário atentar-se aos acordos feitos.    

É inegável o avanço e tamanha proporção que a categoria de Empreendedorismo Social vem tomando na sociedade brasileira. Dia após dia, novos empreendimentos voltados a comunidades e apoio a regiões periféricas surgem, possibilitando o início de uma melhora econômica e transformação da realidade a partir de um novo modelo de criação de projeto e negócios.  

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