Os aplicativos mobile são uma realidade na vida de todo usuário de um smartphone. Todos os dias estamos diante deles: solicitando um carro para deslocamento, pedindo um delivery, acessando uma rede social ou, até mesmo, lendo este texto. É difícil pensar, atualmente, em uma vida sem as soluções dessa natureza, não é mesmo?

Os responsáveis por isso são os (as) desenvolvedores (as) de aplicativos — área que está cada vez mais promissora. Se deseja, assim, investir em uma mudança de carreira que possa ser lucrativa e fazer um grande nome nos próximos anos, essa pode ser a sua chance. Confira:

Boa leitura!

O que faz um (a) desenvolvedor (a) de aplicativos?

Um (a) desenvolvedor (a) de aplicações opera na concepção, planejamento, desenvolvimento, implementação e divulgação de soluções focadas para dispositivos mobile. Para isso, ele trabalha com conceitos-chave da área de Tecnologia da Informação.

A pessoa deve ter o perfil curioso, buscando compreender quais são as principais tendências da área, as demandas por parte dos usuários e das organizações. Além de quais são as novas linguagens e tecnologias utilizadas no setor para conseguir melhores resultados, a evolução da experiência do usuário, entre outros pontos.

É necessário também que ele se habitue a estudar sempre, já que rotineiramente surgem novas práticas no setor, bem como novas linguagens são criadas ou implementadas, fazendo com que a pessoa tenha de estar atenta a essas questões.

Outros pontos fundamentais que devem ser observados no perfil de um profissional deste segmento são:

  • gostar do que faz;
  • diversificar seus conhecimentos e sua atuação;
  • investir continuamente em especialização;
  • ter empatia para pensar na experiência do usuário;
  • gostar de pesquisar e saber mais sobre o mercado para o qual está desenvolvendo a solução.

Algumas das principais funções de um (a) desenvolvedor (a) de aplicativos são:

  • estudo da área: mapeando a área de forma geral, é possível encontrar demandas existentes que podem ser melhoradas por um aplicativo. Pense, por exemplo, nas questões de transporte urbano e mobilidade que foram sanadas com o surgimento de aplicativos como o Uber;
  • desenvolvimento: é o momento de colocar a mão na massa, correspondendo à parte técnica de escrita dos códigos e a criação efetiva do aplicativo. Os desenvolvedores da equipe planejam todas as funções do software, observam e reparam possíveis bugs (falha no código que causa mau funcionamento na solução), promovem testes de melhorias e implementam a experiência do usuário em todo o processo;
  • atualizações: a equipe de desenvolvimento deve oferecer novas funcionalidades, atualizações, correções de bugs, melhorias de usabilidade, entre outros pontos fundamentais, principalmente no que concerne à segurança de informação.

Veja por onde começar!

Um (a) desenvolvedor (a) mobile não precisa ter, necessariamente, formação superior em área específica. Muitas empresas não exigem, por exemplo, uma graduação, mas isso vai depender de cada empresa em particular.

Essencialmente, o fundamental é que a pessoa tenha cursos de formação para desenvolvimento de aplicativos mobile, que forneçam o embasamento técnico na área. Então pode ser uma opção realizar a formação em um curso com menor duração e se especializar com outros cursos ao longo da carreira.

Alguns dos conhecimentos específicos que a pessoa programadora deverá dominar são:

  • lógica de programação;
  • linguagem de programação para Android;
  • linguagem de programação para iOS;
  • CSS;
  • bancos de dados;
  • user experience;
  • design e interface;
  • ambientes integrados de desenvolvimento (IDE);
  • Linguagem de Modelagem Unificada;
  • testes e Quality Assurance;
  • conhecimento de marketplaces (Google Play, Apple Store, entre outros).

Além disso, é fundamental que ela tenha conhecimento do inglês, pois a maioria dos bancos de dados e plataformas opera com esse idioma.

Outro ponto é que o (a) desenvolvedor (a) de aplicações precisa observar, continuamente, as áreas nas quais realiza seu trabalho. Por exemplo, para quem lida com o setor de mobilidade urbana, é fundamental entender quais são as dinâmicas operantes nessa área, de modo a saber quais as necessidades das pessoas que usam e atender a essas demandas.

Quanto ganha um (a) desenvolvedor (a) de aplicativos?

Um (a) desenvolvedor (a) de aplicativos em início de carreira pode começar com um salário entre R$ 1500 e R$ 2500, em média, dependendo da localização. Próximo às regiões metropolitanas, o salário inicial pode chegar a R$ 4800. Em alguns casos, como em contratações feitas por projeto e não de forma permanente, os valores podem variar.

Profissionais mais experientes no setor conseguem alcançar salários de até R$ 7500. A tendência é que esses valores subam, devido ao aumento de constante da demanda.

Como está o mercado para os (as) desenvolvedor (as) de aplicativos?

Quando falamos no mercado de desenvolvimento de aplicativos, estamos mencionando uma área em forte crescimento. O brasileiro está entre os principais usuários de tecnologias móveis e aplicativos.

Além disso, as organizações cada vez mais percebem a importância de apostarem no uso de soluções tecnológicas para conseguirem melhores resultados a longo prazo e se inserirem no contexto das transformações digitais. Por isso, há uma demanda constante por este tipo de profissional no mercado.

Ao mesmo tempo, devido, justamente, a ser uma área extremamente promissora, a tendência é que ocorra uma maior concorrência. Por isso, as pessoas devem focar em adquirir uma maior qualificação e gerar diferenciais que as coloquem na frente da concorrência ao longo do tempo.

De forma geral, temos o seguinte panorama na área, segundo pesquisa da App Annie:

  • 113 bilhões de downloads de aplicativos em 2018;
  • gastos com aplicativos pagos cresceram 20% em relação a 2017, alcançando US$ 76 bilhões;
  • usuário médio gasta, aproximadamente, 3 horas do seu dia com aplicativos.

Ou seja, estamos falando sobre uma área que não sofrerá com crises nos próximos anos, devido a sua tendência de crescimento. Afinal, é um mercado cuja estimativa é a movimentação de US$ 6,3 trilhões até 2021. As pessoas profissionais que se adequarem a esse cenário poderão conseguir alavancar suas carreiras para atingir bons ganhos ao longo do tempo.

Para que possam crescer e se tornar pessoas de excelência desenvolvendo aplicativos, é fundamental ter o know how, ou o “conhecimento para saber como fazer” necessário para a área. A especialização e bons cursos oferecem essa opção para quem quer aprender. Lembre-se que é fundamental procurar cursos que foquem no aprendizado prático, ensinando-o a colocar a mão na massa.

Então procure empresas sérias, responsáveis e que tenham bons professores para ensinar o que há de mais moderno na área e nunca pare de estudar. Essa é a receita do sucesso na área como desenvolvedor de aplicativos.

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